O que a queda dos juros pode mudar no mercado imobiliário

O que a queda dos juros pode mudar no mercado imobiliário

O mercado imobiliário brasileiro está atento aos sinais da economia — e um dos mais relevantes neste momento é a possibilidade de início de um ciclo de redução da taxa de juros. Mas, na prática, o que isso realmente muda para quem quer comprar, vender ou investir em imóveis? A resposta é: muita coisa. Juros mais baixos tornam o crédito mais acessível Quando a taxa de juros diminui, o custo do financiamento imobiliário também tende a cair. Isso significa parcelas mais equilibradas em relação à renda e maior facilidade de aprovação de crédito. Na prática, pessoas que estavam adiando a compra passam a reconsiderar seus planos, pois o imóvel volta a caber no orçamento com mais tranquilidade. Esse movimento é ainda mais perceptível entre consumidores de renda média e média-alta, que costumam acompanhar o cenário econômico de perto antes de tomar decisões patrimoniais. Retomada da confiança e aumento da demanda Outro efeito importante da queda dos juros é o aumento da confiança. Com mais previsibilidade econômica, as pessoas se sentem mais seguras para assumir compromissos de longo prazo — como a compra de um imóvel. Isso costuma gerar: ✔ retomada gradual da demanda✔ aumento na procura por imóveis de melhor padrão✔ maior interesse por lançamentos✔ retomada de projetos que estavam em pausa Ou seja, o mercado começa a se movimentar novamente, de forma mais saudável e consistente. Imóvel volta a ganhar força como investimento estratégico Em cenários de juros mais baixos, o imóvel se destaca ainda mais como ativo de longo prazo. Além da segurança patrimonial, ele passa a ser visto como uma alternativa sólida frente a outros investimentos. Principalmente em regiões valorizadas e com boa infraestrutura, imóveis bem localizados tendem a preservar valor e oferecer potencial de valorização ao longo do tempo. O melhor momento costuma ser antes da alta na demanda Um ponto importante: quando o mercado aquece e a procura aumenta, os preços tendem a acompanhar esse movimento. Por isso, muitos compradores mais atentos procuram se posicionar antes da retomada plena da demanda, aproveitando melhores oportunidades de negociação e maior variedade de opções disponíveis. Um mercado em transformação — e cheio de oportunidades O cenário ainda está em construção, mas os sinais são claros: juros em trajetória de queda costumam favorecer o mercado imobiliário e abrir boas oportunidades para quem acompanha de perto. Seja para morar ou investir, informação e planejamento fazem toda a diferença para tomar decisões mais seguras e bem posicionadas. E você: já está acompanhando esse movimento do mercado?

2026 é o ano do seu imóvel? Veja por onde começar

2026 é o ano do seu imóvel? Veja por onde começar

2026 é o ano do seu imóvel? Veja por onde começar O início de um novo ano é sempre marcado por planos, metas e novos projetos. Para muitas pessoas, um deles ganha destaque: conquistar o próprio imóvel. Se você já pensou nisso, mas ainda não sabe por onde começar, a boa notícia é que esse objetivo pode estar mais próximo do que imagina. Com planejamento, organização e as escolhas certas, 2026 pode, sim, ser o ano da virada. A seguir, reunimos um guia simples e prático para te ajudar a dar os primeiros passos com mais segurança. Antes de escolher bairro, tamanho ou tipo de imóvel, é essencial entender sua realidade financeira. Ter clareza sobre o orçamento evita frustrações e torna todo o processo mais tranquilo. Algumas perguntas importantes: Quanto posso pagar por mês sem comprometer meu conforto financeiro? Tenho uma reserva para imprevistos? Consigo separar um valor para a entrada? Uma dica importante é não comprometer mais do que 25% a 30% da renda mensal com o imóvel. Organização hoje significa tranquilidade no futuro. O imóvel perfeito é aquele que faz sentido para a sua fase atual — não necessariamente o maior ou o mais caro. Reflita sobre: tamanho da família; rotina e deslocamento; serviços próximos, como mercados, escolas e farmácias; objetivo da compra: moradia ou investimento. Também vale considerar as opções disponíveis no mercado: imóveis prontos, usados ou na planta. Cada um tem vantagens diferentes, e a escolha certa depende do seu perfil e dos seus planos. Ter a documentação em ordem facilita (e muito) todo o processo de compra. Muitos atrasos acontecem justamente nessa etapa. Em geral, são solicitados: documentos pessoais; comprovante de renda; estado civil; declaração de imposto de renda, quando aplicável. Se a compra envolver financiamento, o banco fará uma análise de crédito. Quanto mais organizado você estiver, mais rápido e seguro será o andamento. O financiamento imobiliário é um grande aliado para quem quer comprar sem se descapitalizar. Por isso, vale comparar com atenção: taxas de juros; prazos; valor de entrada; possibilidade de uso do FGTS; condições oferecidas por diferentes bancos. Simular diferentes cenários ajuda a encontrar a parcela ideal para o seu orçamento — hoje e no longo prazo. Comprar um imóvel envolve decisões importantes, valores altos e muitos detalhes técnicos. Ter apoio profissional faz toda a diferença. Uma imobiliária de confiança ajuda você a: encontrar imóveis alinhados ao seu perfil; analisar documentos com segurança; negociar melhores condições; evitar riscos e imprevistos. Isso traz mais tranquilidade e segurança em cada etapa da jornada. A Baggio Imóveis tem o imóvel certo para você Se 2026 é o ano do seu imóvel, a Baggio Imóveis está pronta para te ajudar a transformar esse plano em realidade. Com atendimento próximo, orientação completa e opções que realmente fazem sentido para o seu momento de vida, a Baggio acompanha você do início da busca até a entrega das chaves — seja para morar ou investir. Planeje, organize e dê o próximo passo com quem entende do mercado.🏡 A Baggio Imóveis tem o imóvel certo para você. 💙

O que é a taxa Selic e como ela influencia o mercado imobiliário?

O que é a taxa Selic e como ela influencia o mercado imobiliário?

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. Em outras palavras, é ela que serve de referência para todas as outras taxas de juros do país, como financiamentos, empréstimos e até investimentos. Quando a Selic muda, o impacto é direto em diversos setores, inclusive no mercado imobiliário. ???? ➡ Mas como isso acontece na prática?Quando a Selic está mais alta, os investimentos de renda fixa costumam render mais, e algumas pessoas preferem deixar o dinheiro aplicado.Já quando ela começa a cair, o crédito fica mais acessível, os financiamentos tendem a ficar mais atrativos e o mercado imobiliário ganha força. Ou seja, cada movimento da Selic abre diferentes oportunidades. O segredo está em entender o momento e agir com estratégia. ???? Para quem pensa em investir em imóveis, acompanhar a Selic é essencial, pois ela pode indicar o melhor momento para comprar, financiar ou diversificar seu patrimônio. Aqui na Baggio Imóveis, estamos sempre atentos às movimentações do mercado e prontos para orientar nossos clientes a tomar decisões inteligentes, seguras e alinhadas com seus objetivos. ???? Porque investir bem é, antes de tudo, entender o cenário e agir no tempo certo.

DIMOB 2022: confira prazos e como declarar

DIMOB 2022: confira prazos e como declarar

DIMOB é um documento que precisa ser entregue à Receita Federal anualmente. Neste artigo, saiba mais sobre os detalhes da entrega deste ano. Para as imobiliárias e investidores da área de imóveis, o período de entrega da Declaração de Informações sobre Atividade Imobiliária (DIMOB) é um dos mais importantes do ano. Isso porque trata-se de uma obrigação acessória que auxilia na fiscalização e acompanhamento de transações imobiliárias. O objetivo dessa entrega é justamente diminuir fraudes e sonegações fiscais. A declaração deve ser feita sempre até o último dia útil de fevereiro. Dessa forma, neste ano, a data final para entrega é 28 de fevereiro de 2022. Lembrando que as informações declaradas se referem ao ano de 2021 e é obrigatório utilizar o certificado digital na hora de enviar as informações. Dados que devem ser declarados Devem ser informadas as operações de: – Construção, incorporação, loteamento e intermediação de aquisições e/ou alienações, no ano em que foram contratadas.  – Pagamentos efetuados no ano, discriminados mensalmente, decorrentes de locação, sublocação e intermediação de locação, independentemente do ano em que essa operação foi contratada. Para os contratos de locação: dados da pessoa jurídica (razão social e CNPJ), nome completo e CPF do proprietário do imóvel, nome completo e CPF do locatário, informações do contrato, rendimento bruto, impostos retidos e comissões. Para os contratos de compra e venda: dados da pessoa jurídica (razão social e CNPJ), nome completo e CPF do comprador e do vendedor, informações do contrato, como endereço do imóvel e data da compra e venda, valor do imóvel vendido e valor da comissão. Lembre-se: as informações declaradas devem ser compatíveis com as informadas pelos contribuintes, pois esses dados serão cruzados e, em caso de divergência, a declaração ficará retida na malha fina. Neste caso, pode ocorrer multa. Passo a passo para fazer a declaração  O processo pode ser feito de forma manual ou automática. Para declarar de forma manual, é necessário fazer o download do Programa Gerador da DIMOB (PGD) aqui (https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dimob). Instale o programa e preencha as informações referentes às transações do ano de 2021. Após isso, faça a geração do arquivo que deve ser transmitido para a Receita Federal. Por fim, faça o download do Receitanet, programa usado para transmitir a declaração à Receita, e envie o arquivo. Para realizar a declaração de forma automática, é necessário o uso de softwares de gestão imobiliária que consolidam as informações de modo automatizado. Multas Caso a DIMOB não seja enviada até o dia 28 de fevereiro de 2022, poderão ocorrer as seguintes multas e penalizações: I – por apresentação extemporânea: a) R$ 500 por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas jurídicas que estiverem em início de atividade ou que sejam imunes ou isentas ou que, na última declaração apresentada, tenham apurado lucro presumido ou pelo Simples Nacional; b) R$ 1.500 por mês-calendário ou fração, relativamente às demais pessoas jurídicas; c) R$ 100 por mês-calendário ou fração, relativamente às pessoas físicas; II – por não cumprimento à intimação da Secretaria da Receita Federal do Brasil para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal: R$ 500 (quinhentos reais) por mês-calendário; III – por cumprimento de obrigação acessória com informações inexatas, incompletas ou omitidas: a) 3% (três por cento), não inferior a R$ 100, do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa jurídica ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta; b) 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), não inferior a R$ 50, do valor das transações comerciais ou das operações financeiras, próprias da pessoa física ou de terceiros em relação aos quais seja responsável tributário, no caso de informação omitida, inexata ou incompleta. Ainda está com dúvidas em relação à DIMOB? Acesse a seção de Perguntas e Respostas da Receita Federal aqui (https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/declaracoes-e-demonstrativos/dimob/perguntas-e-respostas). Para conferir mais assuntos relacionados ao mercado imobiliário, acompanhe em nosso blog. Clique aqui.